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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aula de Ciências- Sistema Respiratório.

A professora Claudia propôs uma atividade de ciências em que os alunos deveriam utilizar um outro blog em que ela publica material, o http://kakaucaballero.blogspot.com .

Trata-se de uma atividade interativa sobre Sistema Respiratório. As atividades agradarm muito os alunos.






segunda-feira, 26 de setembro de 2011

IOLÊNCIA!

Após a leitura dos textos postados no blog e das discussões feitas em sala e na STE, escreva um comentário.
Como podemos evitar a violência nas escolas?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011



Crie glitters aqui!


Nesse ´projeto pretendemos discutir com os alunos não só a violência e a prática de Bullying, mas a importância de determinados valores na convivência diária.
Assim, a amizade apareceu nas discussões como algo importante a vida das pessoas e com grande potencial para afastar o jovem das situações violentas.
Cada aluno escreveu o que a AMIZADE representa em sua vida e as características de um bom(a) amigo(a). Segue abaixo alguns textos que selecionamos:





terça-feira, 13 de setembro de 2011

Atividades sobre Bullying;

Alunas: Roseane e Isadora.

 Alunos: Maria Kamyla e Roger.

 Alunos: Fernando Nunes e Hudson Jubrica.



Alunos: João Luiz e Igor Mateus.


 


domingo, 11 de setembro de 2011

Videos




Mary e Max Dublado PT-BR - Bullying




Bullying ''FELIPE'' Altas Horas.wmv


Alcance de maio discute bullying - bloco 1(discutindo sobre bulling)


Consequencia das atitudes

Bullying

 Mas, o que é “bullying”, afinal?

Bullying não é fácil de definir, por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de “bullying” possíveis. Este termo compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas entre iguais (estudantes), que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, que tornam possível a intimidação da vítima.

A palavra “bullying” é usada para descrever tipos diferentes de comportamento que visam ferir ou controlar outra pessoa. Algumas vezes, “bullying” quer dizer colocar apelidos, dizer palavrões, fazer ameaças, difamar alguém ou falar mal pelas costas, ofender, zoar, gozar, encarnar, “sacanear”, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences, sacudir ou fazer com que alguém faça algo que ele não quer.

Basicamente, “bullying” tem a ver com fazer com que alguém se sinta inseguro, insignificante ou amedrontado, excluindo essa pessoa de atividades, jogos ou de um grupo social, ignorando-os deliberadamente. Às vezes, é um indivíduo quem faz “bullying” e, em outras, é um grupo.

A coisa mais importante não é a ação em si, mas o efeito que esta tem sobre a vítima.Mas, o que é “bullying”, afinal?

Bullying não é fácil de definir, por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de “bullying” possíveis. Este termo compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas entre iguais (estudantes), que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, que tornam possível a intimidação da vítima.

A palavra “bullying” é usada para descrever tipos diferentes de comportamento que visam ferir ou controlar outra pessoa. Algumas vezes, “bullying” quer dizer colocar apelidos, dizer palavrões, fazer ameaças, difamar alguém ou falar mal pelas costas, ofender, zoar, gozar, encarnar, “sacanear”, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences, sacudir ou fazer com que alguém faça algo que ele não quer.

Basicamente, “bullying” tem a ver com fazer com que alguém se sinta inseguro, insignificante ou amedrontado, excluindo essa pessoa de atividades, jogos ou de um grupo social, ignorando-os deliberadamente. Às vezes, é um indivíduo quem faz “bullying” e, em outras, é um grupo.A coisa mais importante não é a ação em si, mas o efeito que esta tem sobre a vítima.





 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CONECTA ESCOLA

 Aqui na nossa escola pretendemos desenvolver neste PROJETO um  trabalho para mudança de comportamentos ,visto que  o objetivo maior não será apenas discutir o Bulliyng  e a Violência e sim este projeto busca a valorização do ser humano, resgatando a importância das virtudes, como tendência para o bem, que devem ser ensinadas e partilhadas desde a mais tenra idade, levando à construção da cidadania e autonomia.

Sensibilizar os alunos em relação à importância da boa convivência para criar um ambiente agradável na sala de aula
Desenvolver reflexões sobre ações corriqueiras. Reconhecer que, desde bem pequeno, podemos desenvolver boa educação e boas maneiras.
Melhorar a disciplina na sala criando regras de convivência e dinâmicas para perceberem algumas atitudes que causam a indisciplina,bem como desenvolver atividades que melhorem o desempenho acadêmico dos mesmos em relação as dificuldades encontradas em Língua Portuguesa e Matemática.






Noticias sobre Bullying





   Reprodução
VÍTIMA 
O estudante Casey Heynes, em entrevista a uma TV. Ele disse sofrer agressões na escola quase todos os dias 
A história do garoto australiano que ganhou fama na internet e nas redes de TV do mundo inteiro por revidar uma agressão de um colega da escola poderia ter tido um final trágico. Aos 14 anos, Casey Heynes sofria o mesmo tipo de agressão física e verbal que sofrem milhões de crianças e adolescentes em escolas de todo o mundo. Sistematicamente e sem motivo, era atacado física e verbalmente por colegas apenas por ser gordo. Até que, numa espécie de catarse (como mostra o vídeo que virou hit on-line), Heynes contra-ataca seu algoz, o franzino Richard Gale, de 13 anos. O revide foi de tal ordem que poderia ter quebrado o pescoço de Gale. Era a vingança das vítimas de perseguição – especialmente dos gordinhos, que, segundo uma pesquisa americana, têm 60% mais chance de ser atacados.
A prática da perseguição repetida – conhecida pelo termo inglês bullying – é tão antiga quanto a própria escola. Mas só começou a ser estudada como fenômeno com consequências dramáticas a partir da década de 70. De lá para cá, o que era tratado como brincadeira normal de criança virou uma questão tão séria que, em alguns países, como nos Estados Unidos, é considerada assunto de saúde pública.
O próprio Heynes, em entrevista a uma rede de TV australiana, mostrou a exata medida do sofrimento de uma vítima de bullying. “Pensei em me suicidar”, disse. Ele contou que era alvo dos colegas desde o 2o ano do ensino fundamental. “Eles me chamavam de gordo, me davam tapas na nuca (...). Praticamente todos os dias.” Felizmente, a única consequência foi uma suspensão de quatro dias para ambos.
   Reprodução

O revide é justificável? Não há consenso entre psicólogos e educadores. Alguns acreditam que sofrer as agressões em silêncio estimula o agressor a repetir seus atos, além de arrasar a autoestima da vítima. Por isso, o revide poderia ser saudável. Se for frequente, funcionaria como uma bomba de pressão cuja válvula é aberta de pouco em pouco, em vez de acumular raiva até uma explosão desastrosa. Mas há quem argumente que o revide apenas intensifica a perseguição. A saída ideal seria denunciar o bullying à escola e aos pais dos envolvidos e promover ações que modifiquem a cultura em que a perseguição floresce.
O bullying ganhou maior atenção das escolas, pais e até de governos quando a violência praticada nos corredores e pátios escolares começou a desencadear reações muito mais violentas e radicais que a de Heynes. Como a dos colegas Eric Harris e Dylan Klebold, que, no dia 20 de abril de 1999, entraram na escola em que cursavam o ensino médio, o Instituto Columbine, nos Estados Unidos, mataram 14 pessoas, deixaram outras 23 feridas e cometeram suicídio.
No Brasil, onde um em cada três estudantes já sofreu bullying, houve um caso parecido em 2003, na cidade de Taiúva, em São Paulo. Um ex-aluno de 18 anos atirou em sete pessoas e depois se matou na escola onde estudava. Na ocasião dos crimes, a polícia considerou o bullying como um dos principais motivadores dos assassinatos. 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Bullying:Atividades desenvolvidas com Filme Provocações sem limites


Para discutir o Bullying foi proposto aos alunos assistir ao filme "Bullying- Provocações sem limites." que retrata o sofrimento de um menino que sofre tais agressões. 
Muito se discutiu sobre o assunto e os alunos criaram frases, ilustrações, slogans a respeito do tema da aula.
Segue algumas das produções dos alunos:
Alunas Ketyllen e Ana Carolina.

Alunas Ahli Ehster e Isabela Leite.
Alunos Eduardo e Luiz Eduardo.